Trabalho Elaborado por: Hélder 7ºC nº5
Gonçalo 7ºC nº4
Mário 7ºC nº9
Mauro 7ºC nº10
Rui Coelho 7ºC nº14
O que é a poluição--------------------------------------------------------
Tipos de poluição---------------------------------------------------------
Como aparece a poluição------------------------------------------------
Que mal nos faz a poluição----------------------------------------------
Como combater a poluição----------------------------------------------
Este trabalho fala da poluição, dos problemas que ela causa, como se pode acabar ou diminuir a poluição, e temos uma pequena história.
A poluição pode ser considerada a liberação de elementos, radiações, vibrações, ruídos e substâncias ou agentes contaminantes num ambiente, prejudicando os ecossistemas biológicos ou os seres humanos.
Produtos
Mesmo produtos relativamente benignos da actividade humana podem ser considerados poluentes, se eles precipitarem efeitos negativos posteriormente. Os óxidos de nitrogénio (Óxidos de azoto) produzidos pela indústria, por exemplo, são frequentemente citados como poluidores, embora a própria substância não seja prejudicial. Na verdade, é a energia solar (luz do Sol) que converte esses compostos em substâncias poluentes.
Muitas vezes, depende-se do contexto para classificar um fenómeno como poluição ou não. Surtos descontrolados de algas e a resultante asfixia de lagos e baías são considerados poluição quando são alimentados por nutrientes vindos de dejectos industriais, agrícolas ou residenciais (confira Poluição das Águas).
O termo poluição também pode se referir a ondas electromagnéticas ou radioactividade. Uma interpretação mais ampla do termo deu origem a ideias como poluição sonora, poluição visual e poluição luminosa. No caso da poluição sonora, esta é o efeito provocado pela difusão do som em grande quantidade, muito acima do tolerável pelos organismos vivos, através do meio ambiente. Dependendo de sua intensidade causa danos irreversíveis em seres vivos
O termo poluição também pode se referir a ondas electromagnéticas ou radioactividade. Uma interpretação mais ampla do termo deu origem a ideias como poluição sonora, poluição visual e poluição luminosa. No caso da poluição sonora, esta é o efeito provocado pela difusão do som em grande quantidade, muito acima do tolerável pelos organismos vivos, através do meio ambiente. Dependendo de sua intensidade causa danos irreversíveis em seres vivos.
Os problemas de poluição global, como o efeito estufa, a diminuição da camada de ozono, as chuvas ácidas, a perda da biodiversidade, os dejectos lançados em rios e mares, entre outros, nem sempre são observados, medidos ou mesmo sentidos pela população.
Os tipos de poluição
Poluição da água *
Poluição do ar*
Poluição sonora*
Poluição visual*
Poluição ambiental*
A poluição atmosférica*
Chuvas ácidas*
Poluição do solo*
Poluição luminosa*
Poluição radioactiva*
Poluição marítima*
Poluição da água
Lixo deitado fora na rua pode por vezes ser carregado por algumas tempestades e levados para algum rio que atravesse alguma aldeia.
Quem não viu alguma vez, lixo flutuando na água? Mas essa é a poluição que nós vemos. A que vemos é causada pelo esgoto das casas, que lança nos rios o resto de comida e vários tipos de bactérias de que se alimentam: são chamadas bactérias aeróbias. Elas consomem oxigénio e destroem a vida aquática e além disso podem causar problemas de saúde se forem ingeridas.
Outros problemas são as indústrias localizadas perto de rios e lagos.
Só recentemente foram criadas leis que as obrigam a tratar o esgoto industrial, tentando diminuir a quantidade de rios e lagos poluídos em todo mundo, responsáveis por muitas “mortes”.
Os derrames de petróleo (crude) é uma das piores causas de poluição do mar, pois essa substância espalha-se pela superfície das águas, levando anos para ser absorvida, o que gera sérios desequilíbrios no meio ambiente.
Água contaminada: é aquela que transmite doenças, pois contem microrganismos, restos de animais, larvas e ovos de vermes.
Água Poluída: é aquela que tem cheiro forte, cor bem escura, que alterou as suas características naturais, isto é, deixou de ser pura e saudável para os seres vivos.
A poluição da água traz consequências muito graves aos seres vivos. As principais são provocadas pelas substâncias tóxicas lançadas nas águas pelas indústrias e navios que atingem os animais e os vegetais aquáticos, chegando a matá-los.
Os animais e vegetais aquáticos atingidos contaminam o homem;
Os esgotos das cidades podem lançar nos rios, lagos e mares seres vivos causadores de doenças.
Poluição do ar
Os maiores responsáveis pela poluição do ar são os gases lançados na atmosfera por queimadas, indústrias, automóveis, etc. Nas capitais mundiais, há dias em que a qualidade do ar fica tão má que todos os veículos são proibidos de transitar durante um certo período. Em muitas cidades há a rotatividade de automóveis, que faz com que alguns carros fiquem em casa durante um dia. É uma tentativa para que a poluição diminua, principalmente no Inverno.
Nessa estação do ano, o calor da terra não consegue aquecer o ar para fazer com que ele suba para as camadas altas levando a poluição com ele.
Implementar sistemas ou métodos que ajudem a combater a poluição é muito importante.
Inversão térmica
Durante o dia, o ar próximo do chão é aquecido pelo calor da superfície do solo, como nos dias quentes. Por ser menos denso e mais leve, esse ar quente sobe. À noite, o solo arrefece rapidamente e a temperatura do ar que está mais próximo da superfície também diminui. Forma-se, então, uma camada de ar frio abaixo da camada de ar aquecida durante o dia. No dia seguinte, a camada de ar frio, mais densa e pesada, não consegue subir, porque o ar quente funciona como um "tampão": é a inversão térmica. Em grandes cidades, com actividade industrial e numerosa frota de veículos, a camada de ar frio começa a concentrar os poluentes. O fumo fica "preso" e contamina o ar.
Nos dias quentes é raro ocorrer à inversão térmica. Nesses dias os raios de sol aquecem a superfície terrestre. O chão transfere o calor para o ar acima dele. Esse ar aquecido, menos denso e mais leve, sobe e leva consigo os poluentes. Por isso o nível de poluição do ar costuma ser maior no Inverno do que no verão.
Nos dias frios, o cenário muda, porque o clima fica propício para inversões térmicas. Forma-se uma camada de ar frio em baixas altitudes. Essa massa de ar não consegue subir e a qualidade do ar piora por causa dos fumos emitidos por veículos e indústrias. O ar frio é mais pesado do que o ar quente. Por isso ele tende ficar em baixo. Esse fenómeno ocorre em dias de inversão térmica, quando a camada de ar frio é bloqueada por uma de ar quente. Em grandes cidades, como São Paulo, Nova Iorque e Cidade do México fica visível a "fronteira" entre as duas camadas de ar (foto smog). Os veículos são os maiores responsáveis pela emissão de poluentes no ar em grandes cidades. Automóveis, camiões e autocarros despejam todos os dias toneladas de gases tóxicos pelos escapes. Eles respondem por 90 por cento da poluição presente na atmosfera.
O restante fica por conta das indústrias e outras fontes, como queimadas. Em dias mais quentes, todo esse fumo é dissipado na atmosfera e os seus efeitos nocivos tornam-se menores, no imediato. Contudo, em níveis superiores da atmosfera, os agentes poluentes danificam a camada de ozono, provocando graves doenças nas pessoas, nos animais e nos seres vivos em geral. No Inverno, porém, a situação piora muito. A inversão térmica, um fenómeno natural nos dias frios, forma uma espécie de "cobertor" que impede que os gases tóxicos se dispersem. "Quando a camada mais quente do ar fica muito próxima da superfície, os problemas gerados pela inversão são preocupantes", dizem alguns meteorologistas. Nesses dias, a concentração de poluentes é visível. Perto do solo, o ar é escuro e cheio de fumo. Logo acima, o céu é azul. A linha que divide o ar sujo do ar limpo é a zona de transição entre o ar frio e o ar quente.
Sinais de alerta
O corpo humano dá algumas pistas de que os níveis de poluentes estão acima do normal. A cabeça é a primeira a sentir os efeitos dos gases tóxicos. A concentração tende a diminuir, enquanto a irritação aumenta, devido à acção do gás carbónico emitido pelos escapes dos veículos. A dor de cabeça é outro sintoma. O nariz começa a escorrer, provocando pingo, por causa da inalação de óxidos nitrosos, hidrocarbonetos e outras substancias presentes no ar poluído. Os olhos ardem e ficam avermelhados, irritados pelas mesmas substâncias que atingem o nariz. A garganta começa a "raspar". O quadro pode evoluir para tosse e dor de garganta, por causa da combinação entre o dióxido de enxofre e o ozono aspirado do ar contaminado. Ao atingir os pulmões, os gases tóxicos podem causar mais problemas. E lá também que se deposita a fuligem, um pó muito fino que sai dos escapes e transporta os poluentes. Juntos, eles diminuem a defesa do organismo e aumentam a possibilidade de problemas respiratórios, como bronquite e pneumonias. Os problemas cardiovasculares aumentam cerca de 10 por cento em resultado da poluição.
Poluição Sonora
Esse tipo de poluição não tem muito destaque, porém pode causar muitos danos ao organismo, porque nós não nos preocupamos muito com ela. Os causadores da poluição sonora são os veículos que produzem ruído e as sua buzinas, as industrias, as construções que utilizam máquinas muito barulhentas, as casas nocturnas que deixam o volume do som muito alto.
O ruído é medido em pressão sonora, que por sua vez é medida em decibéis/metro.
Ex.:·· uma floresta atinge 18 decibéis. Um jacto levantando voo tem 125 decibéis, isso com o medidor a 100 metros do avião.
O som muito alto num walkman também prejudica a audição. Esses equipamentos muitas vezes trazem um aviso quanto ao volume, mas nem todos o fazem de forma correcta. Atenção: as pessoas podem ficar surdas a partir do momento em que ouvirem algum som acima de 115 decibéis durante 7 minutos seguidos.
Para diminuir a poluição sonora devemos conversar e ouvir música em volume baixo.
Com relação aos ruídos das cidades, poderiam ser adoptadas as seguintes medidas: redução no uso das buzinas de veículos, multas a lojas que fazem propagandas muito ruidosa, e recolhimento de veículos sem silenciadores. Também a redução de publicidade por auto falantes, contribuiria para esse fim.
Poluição visual
Paredes pintadas, ruas cheias de placas de propaganda, "camadas" de cartazes, umas por cima das outras, faixas nos postes. Tudo isso é responsável pela poluição visual. Essa forma de poluição não causa problemas de saúde, mas degrada o ambiente, deixando-o sujo e bem menos repousante.
Ninguém tem dúvidas de que é muito melhor abrir a janela e ver um belo parque ajardinado do que viadutos e prédios cinzentos, com as laterais forradas de publicidade. Um tipo particular de poluição visual é a luminosa. À primeira vista não parece, mas ela existe e, em excesso, pode causar diversos prejuízos. A iluminação de grandes centros urbanos é feita de qualquer maneira e com desperdício de energia. Esse tipo de iluminação diminui a transparência da atmosfera, prejudicando a visão do céu nocturno e atrapalhando o sono das pessoas que moram em frente dos reclames luminosos.
Poluição ambiental
Para quem mora na cidade, falar de poluição não é nenhuma novidade: o fumo dos veículos e das fábricas; os rios malcheirosos e cheios de detritos; o lixo atirado às ruas e nas praças; o barulho que vem de todos os lugares.
No entanto, para os habitantes do campo, a poluição não é tão evidente, por exemplo: os pesticidas lançados sobre as plantações, poluem os rios e os alimentos. O mais triste é que os seres humanos são os únicos animais que poluem o nosso planeta e agora até o espaço sideral está sendo poluído, porque os "lixos espaciais" vão sendo abandonados em órbita e até as escovas de dentes de alguns astronautas estão a ser atiradas fora das naves espaciais no nosso Universo.
A poluição atmosférica
A poluição atmosférica caracteriza-se basicamente pela presença de gases tóxicos e partículas sólidas no ar. As principais causas desse fenómeno são a eliminação de resíduos por certos tipos de indústrias (siderúrgicas, petroquímicas, de cimento, etc.) e a queima de carvão e petróleo em urinas, automóveis e sistemas de aquecimento doméstico.O ar poluído penetra nos pulmões, ocasionando o aparecimento de várias doenças, em especial do aparelho respiratório, como a bronquite crónica, a asma e até o cancro pulmonar.
Esses efeitos são reformados ainda pelo consumo de cigarros.
Nos grandes centros urbanos, tornam-se frequentes os dias em que a poluição do ar atinge níveis críticos, seja pela ausência de ventos, seja pelas inversões térmicas, que são períodos nos quais cessam as correntes ascendentes do ar, importantes para a limpeza dos poluentes acumulados nas camadas próximas à superfície. Existem exemplos famosos de casos em que os níveis críticos foram ultrapassados. Em 1948, na cidade de Sonora, perto de Picture, Estados Unidos, a poluição atmosférica provocou centenas de mortes e obrigou algumas fábricas a ficarem vários dias paralisadas. Em 1952, Londres conheceu seu pior ano. Em consequência desse fenómeno morreram cerca de 4 000 pessoas.
A maioria dos países capitalistas desenvolvidos já possui uma rigorosa legislação antipoluição, que obriga certas fábricas a terem equipamentos especiais (filtros, tratamento de resíduos, etc.) ou a usarem processos menos poluidores. Nesses países também é intenso o controle sobre o aquecimento doméstico a carvão, a paragem obrigatória de automóveis, etc. Tais procedimentos alcançam resultados consideráveis, embora não eliminem completamente o problema da poluição do ar. Por exemplo, pesquisas realizadas há alguns anos mostraram que chapas de ferro corroem-se muito mais rapidamente em São Paulo do que em Chicago, apesar de esta metrópole norte-americana possuir maior quantidade de indústrias e automóveis em circulação.Calcula-se que a poluição do ar tenha provocado um crescimento do teor de gás carbónico na atmosfera, que teria sofrido um aumento de 14% entre 1830 e 1930. Hoje em dia esse aumento é de aproximadamente de 0,3% ao ano. A desflorestação contribui bastante para isso, pois a queima das florestas produz grande quantidade de anidrido carbónico. Como o CO2 tem a propriedade de absorver calor, pelo chamado "efeito estufa", um aumento da proporção desse gás na atmosfera pode ocasionar um aquecimento da superfície terrestre.Baseados nesse fato, alguns cientistas estabeleceram a seguinte hipótese: com a elevação da temperatura média na superfície terrestre, que hoje, no início do século XXI já é 2ºC mais alta do em 1990, o gelo existente nas zonas polares (calçotas polares) irá derreter-se. Consequentemente, o nível do mar poderá subir desde 6 metros até cerca de 60 metros, inundando a maioria das cidades ribeirinhas de todo o mundo. Alguns pesquisadores pensam inclusive que esse processo já começou a ocorrer a partir do final da década de 80. Os verões da Europa e até da América têm sido a cada ano mais quentes e algumas medições constataram um aumento pequeno, de centímetros, do nível do mar em algumas áreas costeiras. Todavia, esse fato não é ainda admitido por grande parte dos estudiosos do assunto. Outra importante consequência da poluição atmosférica é o surgimento e a expansão de um buraco na camada de ozono, que se localiza na estratosfera — camada atmosférica situada entre 20 e 80km de altitude.
O ozono é um gás que filtra os raios ultravioletas do Sol. Se esses raios chegassem à superfície terrestre com mais intensidade provocariam queimaduras na pele, que poderiam até causar cancro, e destruiriam as folhas das árvores. O gás CFC — clorofluorcarbono —, contido em "sprays" de desodorizantes e de insecticidas, parece ser o grande responsável pela destruição da camada de ozono. Por sorte, esses danos foram causados na parte da atmosfera situada acima da Antártida. Nos últimos anos esse buraco na camada de ozono tem se expandido constantemente, embora muito recentemente se tenha notado uma relativa diminuição.
Chuvas Ácidas
As chuvas ácidas são precipitações de água atmosférica carregada de ácido sulfúrico e de ácido nítrico. Esses ácidos, que corroem rapidamente as carroçarias dos automóveis, os metais de pontes e outras construções, afectam também as plantas e ocasionam doenças respiratórias e de pele nas pessoas. São formadas pela emissão de dióxido de enxofre e óxidos de nitrogénio por parte de certas indústrias. Esses gases, em contacto com a água da atmosfera, desencadeiam reacções químicas que originam aqueles ácidos.
Muitas vezes essas chuvas ácidas vão ocorrer em locais distantes da região poluidora, inclusive em países vizinhos, devido aos ventos que transportam esses gases de uma área para outra.
O problema da poluição, portanto, diz respeito à qualidade de vida das aglomerações humanas. A degradação do meio ambiente, por parte do homem, provoca uma deterioração dessa qualidade, pois as condições ambientais são imprescindíveis para a vida, tanto no sentido biológico como social.
A poluição dos Solos
A disposição sobre o solo de materiais orgânicos e/ou inorgânicos, bem como a passagem sobre esse solo de massa fluida, que provoque alterações na constituição básica desse solo, modificando as suas propriedades originais benéficas ao uso das espécies que dele dependem ou com ele se contatem, inclusive influenciando a qualidade das águas sob esse solo, caracteriza a poluição deste solo (Gil Portugal).
Geralmente, sob a denominação de resíduos industriais enquadram-se sólidos, lamas e materiais pastosos oriundos do processo industrial e que não têm interesse imediato pelo gerador que deseja, de alguma forma, desfazer-se deles.
Há três classes de resíduos industriais: os inertes, os não inertes e os perigosos. Cada uma dessas Classes traz dificuldades diferenciadas ao empresário para se ver livre do resíduo, desde o transporte até o destino final. Os métodos clássicos empregados vão, desde a reciclagem no próprio processo em outra unidade da fábrica, passando pela venda ou doação, à incineração e à disposição em aterros.
Cada um desses destinos está sujeito a procedimentos bem definidos na legislação ambiental.
Manifesto de resíduos
O transporte de resíduos para fora do local onde foi gerado é controlado pela sua espécie, quantidade, transportador e receptor, através de um documento denominado Manifesto de Resíduos. Conforme a tipologia dos resíduos gerados, o gerador é obrigado, por lei, a enquadrar-se no Sistema de Manifesto de Resíduos.
Inventario de resíduos
Praticamente, toda a actividade industrial é obrigada pela lei ambiental a apresentar periodicamente ao órgão de controle ambiental um relatório que demonstre quantidade, tipo, características físico-químicas, formas de armazenamento e ainda, o destino dos resíduos gerados e que estão embalados e com destino ainda não definido.
Plano de redução de resíduos
A fim de obrigar as empresas a adoptarem cada vez mais tecnologias limpas, elas são forçadas, por lei, a apresentar os seus Planos de Redução de Resíduos e as metas anuais, em percentagem, dessas reduções, informando ao órgão ambiental das mudanças nos procedimentos produtivos para que essas reduções se verifiquem.
FORMAS DE DEPOSIÇÃO DE RESÍDUOS DOMÉSTICOS E HOSPITALARES
Toda a sorte de resíduos urbanos pode, embora não muito propriamente, ser denominada por Resíduos Domésticos. Exceptuam-se, a grosso modo, os resíduos industriais e os hospitalares.
Por resíduos domésticos denominam-se aqueles resíduos sólidos ou pastosos gerados nos lares, escritórios, escolas, hotéis, restaurantes, etc.
Já os chamados resíduos hospitalares são aqueles gerados nos hospitais, incluindo-se aí os oriundos dos laboratórios de análises clínicas, consultórios, farmácias e de ambulatórios. Os destinos dos resíduos domésticos podem ser os aterros sanitários, as unidades de reciclagem ou a incineração. Os resíduos hospitalares devem ter destino mais cuidadoso, seguindo princípios específicos, desde a sua recolha.
PROJECTOS DE ATERROS SANITÁRIOS
Da mesma forma que um aterro para resíduos industriais tem que ter a sua engenharia específica, os Aterros Sanitários devem prever projectos bem elaborados para a protecção da população e do meio ambiente como um todo.
Poluição Luminosa
A poluição luminosa, como as outras formas de poluição, resulta da utilização inconsciente e distraída de recursos. Por isso, não só sai do nosso bolso, como o consumo da energia desperdiçada tem como consequência o aumento da poluição ambiental pelas centrais produtoras de energia. E o que é a poluição luminosa? Como a designação de poluição sugere, é quando a iluminação artificial incomoda e prejudica as pessoas, e o ambiente em geral.
A causa mais imediata é a má concepção e alinhamento dos candeeiros e holofotes: é óbvio que a iluminação é necessária no chão e não no ar. Tracemos uma linha vertical desde o candeeiro até ao chão, e chamemos a essa linha a linha dos 0o. Desta maneira, a linha correspondente à horizontal será a dos 90o. Se um candeeiro deixar sair luz para cima desta linha, essa luz nunca tocará o chão. Além disso, a luz emitida entre os 70o e os 90o, só atinge o solo a distâncias muito grandes e quando lá chega e tão fraca que não ilumina convenientemente. Ora, se a luz emitida para cima dos 70o não cumpre as suas funções, então pode ser completamente suprimida, que os utilizadores não darão por falta dela. Como na maior parte dos casos os candeeiros emitem cerca de 50% da sua luz nestas direcções, a solução mais eficaz está no desenho de uma cobertura da lâmpada que reflicta completamente toda a luz acima dos 70o e a redireccione para o solo. Assim, e mantendo a mesma lâmpada, consegue-se duplicar a iluminação do solo. Inversamente, para manter o mesmo nível de iluminação podemos comprar uma lâmpada de metade da capacidade, e poupar a electricidade que de outra forma seria desperdiçada.
Aqueles que estão habituados a olhar para o céu, sabem que basta pôr a mão a tapar uma lâmpada para se conseguir ver muito melhor. E já notaram que ao tapar a luz, os olhos descontraem-se imediatamente e abrem a pupila ou, vice-versa, quando a luz incide directamente nos olhos, a pupila contrai-se e vemos pior nessa direcção. Num aldeamento turístico no Algarve, a iluminação está toda abaixo do joelho e tem-se uma sensação muito agradável, além de se poder ver tudo perfeitamente, incluindo o céu! Este é um exemplo de como, quando há cuidado na concepção, se podem obter resultados muito melhores do que simplesmente pendurar umas lâmpadas por aí. Uma comparação fácil pode ser feita com as duas fotografias do cometa Hale- Bopp, ambas tiradas com a mesma máquina e a mesma exposição (50mm f/2, 15 seg) e na mesma altura. A diferença é que uma foi tirada no interior de Lisboa (brilho amarelo no céu), e a outra no Cabo Raso (céu escuro de tom azulado). Note-se também a riqueza do céu de fundo e o contraste com o cometa. Esta situação é naturalmente muito preocupante. Por isso, todos os observatórios antigos que foram "engolidos" pelas cidades, transformaram-se em museus ou institutos de investigação. Os instrumentos foram colocados em locais mais remotos para fugir às luzes das cidades. Mas nem mesmo aí estão a salvo. Observatórios como os das Canárias, Mount Wilson ou Kitt Peak estão ameaçados pelo crescimento urbano e é necessário criar leis específicas para os proteger. Este processo já foi iniciado há vários anos nas Ilhas Canárias, e tem tido sucesso, apesar da luta constante que exige.
Outro factor muito importante é o consumo das lâmpadas usadas. Resumidamente, há no mercado lâmpadas de mercúrio, de sódio de alta pressão (SAP) e de sódio de baixa pressão (SBP). Nas estradas e aldeias é comum encontrar candeeiros com lâmpadas de mercúrio que enviam mais de metade da luz para cima dos 70o. Nas cidades já se vão encontrando lâmpadas SAP. Ora quais são as diferenças entre estas lâmpadas? Ao nível do consumo, são as seguintes: para cada Watt consumido, as lâmpadas de mercúrio emitem 54 lúmens, as SAP 125 lúmens e as SBP 183 lu. Ou seja, as lâmpadas SBP emitem 3,4 vezes mais luz do que as de mercúrio, ou ainda, para uma mesma capacidade de iluminação, gastam 3,4 vezes menos. Agora pergunta-se: qual é o autarca que não preferiria gastar apenas um terço da sua factura com a iluminação pública, e dispôr dos outros dois terços para outras iniciativas?
E o último factor: tanto as lâmpadas de mercúrio como as SAP emitem em largas zonas do espectro, estragando muita da informação que nos chega dos objectos astronómicos, e não deixam as plantas e animais repousar à noite. Mas as lâmpadas SBP apenas emitem numa zona muito restrita do espectro, ocupando pouco mais que uma risca. Torna-se assim muito fácil eliminar o seu efeito, bastando para isso utilizar um filtro que apenas absorva essa luz. Deste modo, toda a informação contida no resto do espectro continua disponível, e a investigação astronómica pode prosseguir. Melhor ainda, qualquer organismo vivo que seja quase insensível a este comprimento de onda terá de facto uma noite escura! Junta-se assim o útil ao agradável, ou melhor, a economia ao agradável. Como vimos, a má iluminação não afecta apenas os observatórios, afecta-nos a todos.
Para além dos maiores custos e dos problemas de segurança, há ainda uma outra consequência que não pode ser contabilizada. Devido à iluminação desregrada, as crianças e jovens dos nossos dias que crescem nas cidades estão impedidas de conhecerem o céu nocturno. Suspeito até que muitas nem saberão o que são estrelas ou não relacionarão as histórias de foguetões, satélites e conquista espacial com as estrelas, a Via Láctea, e o resto do Universo. As consequências culturais deste afastamento não podem ser medidas, mas serão certamente visíveis dentro de alguns anos.
Como aparece a poluição terrestre
A poluição terrestre aparece porque metade das pessoas que existe no mundo deita para o chão: latas, cascas de fruta, papeis, sacos do lixo, em vez de deitarem tudo isto para os contentores do lixo.
Como aparece a poluição marítima
A poluição marítima aparece por causa dos navios afundados, derrames de petróleo, lixo para os rios, mares e lagos.
Alguns peixes também morrem por causa dos líquidos que se deitam fora, quando:
Tomamos banho, lavamos as mãos, lavamos a louça, entre outras coisas, mas para combater isto, já á a ETA (estação de tratamento de água ) para tirar 99% destes líquidos.
Alguns sítios onde já existe a ETA por exemplo: S. Romão e Seia.
Como aparece a poluição sonora
A poluição sonora aparece por causa de todos os sítios onde raramente se para de ouvir música em altos berros.
Por causa disto algumas pessoas morrem oito anos antes.
Como aparece a poluição atmosférica
A poluição atmosférica aparece por causa do fumo das fábricas, fumo dos carros, cheiro dos esgotos, perfumes etc.
A poluição pode-nos matar.
Ela é perigosa, e por isso temos que ajudar a combate-la.
Como combater a poluição terrestre?
Para combater a poluição terrestre, é preciso que as pessoas que poluam tenham de fazer pelo menos com que façam muito menos vezes o que estavam a fazer. Com tudo isso irá haver muito menos poluição e o ar irá ficar melhor e também podemos ter uma vida melhor.
Como combater a poluição marítima?
Para combater a poluição marítima, é preciso que as pessoas que vão ás praias não deitam: latas e outras coisas mais para ao pé das praias. Se continuáramos a fazer isto matamos os peixes as pessoas podem-se cortar com as latas quando forem tomar banho. As descargas de petróleo também fazem com que os peixes também morram, se ouve-se também menos derrames de petróleos também contribuíam para isto, mas uma coisa está mal nisso, é que nós não conseguimos evitar isto, mas sobre o resto com só “ com vontade é que se consegue.
Como combater a poluição atmosférica?
Para combatermos a poluição atmosférica podemos evitar viagens curtas de carro e também podemos evitar com que não estejamos sempre a usar perfumes. Por causa disso no Canadá existem muitos cancros por causa dos raios ultra violetas.
Como combater a poluição sonora?
Para combatermos a poluição sonora é preciso que os jovens entre os 15 e 22 anos não vaiam muitas vezes ás discotecas e não estejam sempre a ouvir música em altos berros, principalmente nos bairros porque é onde as pessoas na maior parte das vezes não conseguem dormir. Disse que as pessoas que têm estes problemas vivem menos 8 anos do que era previstos morrerem.
Com este trabalho percebemos que temos de ajudar no combate á poluição.
Qualquer dia não temos planeta assim a poluir, por isso, temos todos que ajudar a combate-la.
Tuesday, May 22, 2007
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