Tuesday, May 22, 2007

Grupo 2 - As regras de Higiene

Escola Básica 2,3 Dr. Abranches Ferrão











Disciplina: Área de Projecto

Professor: João Tilly


Trabalho realizado por: Joana Borges nº 6
Mónica Neves nº 11
Pedro Ferreira nº 12
Rafaela Correia nº 13
Telma Santos nº 16























Introdução…………………………………………….1
O que é a Higiene…………………………………….2
Higiene em casa………………………………………3
Higiene no Hospital………………………………….4
Higiene Corporal…………………………………….5
Higiene nos alimentos……………………………….6









































Com este trabalho procuramos aprender mais regras sobre higiene.






























A higiene consiste numa prática de grande benefício para os seres humanos. Em seu sentido mais comum, significa: limpeza, asseio. Num sentido mais amplo, compreende todos os hábitos e condutas que auxiliam a prevenir doenças, manter a saúde e o bem-estar dos indivíduos.
O aumento dos padrões de higiene tem sido responsável pela prevenção de inúmeras doenças físicas. Estudos socio-epidemiológicos têm demonstrado que as medidas de maior impacto na promoção da saúde de uma população estão relacionadas com a melhoria dos padrões de higiene e nutrição dessa poluição.
Muitas das doenças infecto-contagiosas existentes são encontradas, com frequência, em locais com baixos padrões de higiene, o que se relaciona com a baixa escolaridade e limitado acesso á informação.
Tais ambientes, são propícios à disseminação tanto de vectores de doenças (moscas, baratas, ratos, carraças, piolhos) quanto dos micro - organismos patogénicos (bactérias, fungos). Por essas e outras razões a Organização Mundial da Saúde recomenda asseio e limpeza nos locais em que vivemos, bem como a adopção de um conjunto uma hábitos que envolvem mudanças de comportamento frente ao meio que nos rodeia, como forma de se evitar a propagação dessas doenças.











Lembrando o aspecto da dignidade da pessoa, não é digno do ser humano um ambiente para viver que não tenha condições mínimas de asseio. A casa deve ter uma arquitectura que lhe traga conforto e facilite o cumprimento dos seus objectivos tarefas, como seja a de bem abrigar e criar uma família relativamente a todas as nossas necessidades.
A casa
Os compartimentos da casa devem ser mantidos varridos e encerados, livres de animais que trazem parasitas, espalham pêlos e oleosidade mal cheirosa por onde andam. Os sofás e poltronas, os carpetes e tapetes, e o soalho devem estar limpos com produtos de limpeza adequados, de modo a que restos de comida, cabelos, gordura e células deixadas pela epiderme humana não alimentem os ácaros e não retenham a poeira que contem fezes desses minúsculos e invisíveis micro – organismos.
O quarto de dormir
O conforto para um bom descanso não depende só de como o quarto de dormir está equipado, mas principalmente de que seja um ambiente limpo e isento de insectos parasitas. A pessoa não deve ser incomodada pelos mosquitos enquanto descansa ou dorme. Porque os insectos são portadores de doenças, como filariose, dengue, malária e outras.
Além da tela na janela, o quarto precisa ser mantido limpo. Não havendo tempo pela manhã para arrumar a cama, é melhor que os lençóis, cobertas e cobertores sejam apenas dobrados e deixados sobre a cama para serem postos mais tarde, num horário em que a pessoa possa fazer a arrumação com calma, examinando o colchão da cama à procura de insectos.
É comum quem anda em transportes colectivos trazer para casa agentes portadores de doenças. Fazer a cama com cuidado, é fundamental para a higiene do quarto. Ao varrer o quarto é preciso evitar levantar poeira. Para isso varre-se levemente as partículas maiores que estejam no soalho diariamente e pelo menos uma vez por semana passa-se um pano húmido no chão e flanela húmida nos móveis. Nas frestas do chão e dos móveis abrigam-se os ácaros, as pulgas, as miúdas mariposas que depois se transformam em traças, e as aranhas que se alimentam daquelas. Deitar insecticida se notar que os cuidados acima não foram suficientes.
As casas de banho
A casa de banho deve estar sempre impecavelmente limpa. Não é o lugar para acumular roupa suja, pois dá mau cheiro. É necessário que haja pelo menos um tapete, preferencialmente de cor clara ou branca, ao pé do lavatório (para que quando estiver sujo se note a sujidade). Alguns frascos de loção ou colónia com design atraente podem ser dispostos esteticamente, mas francos e invólucros em vidro devem ser mantidos dentro do armário. Para o cabelo uma escova comum é preferível e deve ser guardada numa gaveta; num e noutro caso, no entanto, deve estar absolutamente limpa, sem um único fio de cabelo. O mesmo se aplica aos pentes, cujas hastes também precisam ser limpas do resíduo de poeira oleosa que retiram dos cabelos.
Havendo uma banheira, esta precisa estar limpa daquela leve película gordurosa que se forma ao nível da água, quando usada. O mesmo com o lavatório, que não deve ficar com manchas de pasta dentífrica e espuma seca de sabão, ou com fios de cabelo espalhados na bacia. O sabonete também deve ser lavado após o uso, para não ficar com manchas de sujidade, nem odores.
A pasta dentífrica deve ser bem fechada e deixada no armário, como também a escova de dentes; não são peças para ficar em exibição.
Ao terminar de usar a casa de banho, deve verificar – se o que pode ser limpo e reposto nos seus lugar. O tapete deve ser deixado bem estendido e a sanita, com a tampa baixada.
As casas de banho públicas.
Quando nos dirigimos a uma casa de banho pública – na escola, por exemplo – devemos, no interior, ter o mesmo cuidado e o mesmo respeito pelos outros que também irão usá-la, tal como fariam em suas próprias casas. Mas há uma dificuldade compreensível para o uso da casa de banho pública: a aversão natural que se tem em utilizar instalações que foram usadas por estranhos e o seu receio de se contaminar com alguma doença contagiosa. As pessoas então recorrem a posições acrobáticas para evitar o contacto com qualquer peça na casa de banho, e não querem tocar sequer no botão ou alavanca de descarga. Porém, se não falta papel higiénico, ele pode ser utilizado na solução do problema. Um pedaço de papel permitirá à pessoa abrir a torneira do lavatório ou apertar o botão de descarga sem tocar directamente no metal. Se há um mínimo de limpeza na casa de banho, pode inclusive forrar com a fita do papel higiénico o assento do vaso e utilizá-lo com mais conforto. Se você esgotou o rolo de papel, avise o responsável ou a tendente a fim de que seja reposto.
Ácaros.
Esses minúsculos animais, os ácaros, têm sido, recentemente, objecto de muitas referências nos meios de informação, principalmente em relação a doenças alérgicas. O Seu papel no desencadeamento de reacções asmáticas através da poeira tem sido muito difundido. São invisíveis à vista desarmada, devido ao seu tamanho quase microscópico, tendo apenas cerca de 0,3 mm de tamanho. Os nomes científicos de algumas espécies mais comuns: dermatophagoides farinae, blomia tropicalis e dermatophagoides pteronyssinus.
Os ácaros não são directamente responsáveis por qualquer doença, mas o são-no indirectamente; o que integra a poeira e causa as alergias respiratórias são as suas fezes. Alimentam-se de pequenas porções de comida retidos nos cantos e gretas dos sofás e poltronas, nos carpetes e tapetes, fendas do soalho e nos rodapés; de células da epiderme humana retidas nas cobertas das camas, em brinquedos como ursinhos de pelúcia, e nos forros dos assentos; e também de fungos que se desenvolvem no interior das residências.
Algumas pessoas são particularmente afectadas pela poeira que contem os micros excrementos de ácaros, e em consequência sofrem de surtos de asma e rinite crónica, entre outras doenças. Os ácaros são combatidos eliminando-se a poeira do piso, dos móveis, dos tecidos e tapetes, e o mofo em paredes e armários. Existem vários produtos anti-ácaros, inclusivamente capas especiais para colchões e travesseiros e almofadas. Não parece que seja muito eficiente o aspirador de pó, uma vez que, devido ao seu tamanho minúsculo, os ácaros poderão não ficar retidos no filtro e assim voltar ao ambiente. Passar pano húmido no soalho talvez seja a melhor solução, o que permite a adição de produtos acaricidas.
Pulgas

As pulgas fazem uma mordida capaz de deixar um sinal na pele e mesmo causar inflamação por vários dias. São arredondadas e têm uma carapaça córnea, sendo do tamanho de até meio centímetro de diâmetro. Foram uma grande praga na Europa e mesmo hoje, podem ocorrer em hotéis pouco higiénicos ou de alta rotatividade, e mesmo em dormitórios de internatos; viajando nas malas e nas roupas das pessoas, passam aos assentos dos transportes colectivos e são daí levados por elas a contaminar as suas residências. Nos ambientes onde o forro é de madeira, as pulgas podem morar no tecto e descer à noite para as camas. Porém é mais comum que fiquem nas frestas e nos engates das laterais da cama, na prega das costuras do colchão, etc. Ficam escondidas durante o dia e à noite saem a procura de um hospedeiro. Escondem-se com grande rapidez. Porque costumam subir pelos pés da cama, picam principalmente na perna da pessoa que dorme, junto ao tornozelo, ou na região de pescoço. Apesar de sugar o sangue da vítima, não se detectou doença da qual a pulga seja o transmissor.
























INFECÇÕES HOSPITALARES: algumas regras úteis de higieneAs infecções são doenças causadas por bactérias (micróbios) que existem no meio ambiente e dentro do nosso organismo, em condições controladas. A maior parte das infecções adquiridas fora do meio hospitalar é, de forma geral, controlada com o uso de antibióticos sem problemas de maior.
No entanto, isso não acontece com as infecções adquiridas nos hospitais pois devido a mecanismos complexos muitos dos micróbios que vivem nos hospitais conseguem adquirir resistência a muitos dos antibióticos utilizados para os destruir.É fácil de perceber que as infecções hospitalares são geralmente muito mais difíceis de tratar do que as adquiridas fora do meio hospitalar.De forma a facilitar a higiene e a prevenir a propagação de infecções dentro dos hospitais vale a pena lembrarmos algumas regras fáceis que podem ajudar os doentes internados:
Lavar as mãos é a melhor forma de evitar infecções hospitalares. Lave as mãos antes e depois de visitar um doente, de lhe tocar e/ou estar em contacto com as suas secreções (sangue, fezes, urina, suor, saliva ou lágrimas).
Evite levar crianças ao hospital; elas não se sabem proteger das infecções nem conhecem as regras para não as disseminarem.
Antes de entrar numa enfermaria verifique se existe algum tipo de isolamento e aja em conformidade com as instruções do pessoal.
4. Não se sente na cama do doente, pois tanto se pode contaminar a si como a ele.
Não circule desnecessariamente pelo hospital.
Evite levar alimentos para o hospital; se o quiser fazer, consulte a enfermeira ou o nutricionista acerca da dieta do doente.
Evite comer no hospital e não aceite comida do doente.
Colabore com a limpeza do hospital utilizando os cestos de lixo e conservando os quartos, enfermarias e casas de banho limpos.
Retire anéis, pulseiras e relógios quando visitar o doente; facilitará a lavagem das mãos e evitará a contaminação.
10. Não fume dentro do hospital.

A base para as Boas Maneiras é a auto-estima. Se a pessoa não se valoriza, então ela não se cuida; se ela não dá trato a si mesma e se a sua própria figura e os seus modos ofendem pela inadequação o sentimento de sociabilidade de seus semelhantes, cairá por terra toda possibilidade de que seus gestos possam significar deferência e respeito para com os outros. Os cuidados consigo mesma, incluída a higiene pessoal e a higiene do ambiente pelo qual a pessoa é responsável, devem ser, portanto, nosso ponto de partida.

O CORPO
Além de fundamental para o intercâmbio social, a higiene do corpo é também importante para a saúde. Inúmeras doenças, principalmente da pele, dermatoses, impetigo, larva geográfica e micose de praia, por exemplo, decorrem de falta de higiene. Manter o corpo asseado e perfumado, e as roupas limpas, é o primeiro preceito a ser ensinado às crianças e jovens, no lar e na escola, e um imperativo para os adultos.

Cheiro do corpo. O cheiro do corpo pode afectar o relacionamento social, como é o caso do cheiro de suor, a bromidrose, (suor malcheiroso) e do mau hálito, ou pode afectar apenas o relacionamento entre duas pessoas, como é o caso dos odores em partes íntimas.
Origem do odor. Como a maioria dos animais, o homem tem dois tipos de glândulas sudoríparas, as glândulas ecrinas, que produzem apenas líquido refrescante para o corpo, e as glândulas apocrinas, cuja secreção transporta gorduras e proteínas das células para o exterior do corpo.
As glândulas ecrinas estão distribuídas por todo o corpo e abrem directamente na superfície da pele. Elas respondem prontamente a tensões ou ao calor. O suor que produzem é um plasma filtrado incolor que é 99% água e 1% outras substâncias químicas como compostos de sódio, cloro, potássio, cálcio, fósforo e ácido úrico.
As glândulas apocrinas, ao contrário, concentram-se em certas áreas peludas: nas axilas, na parte cabeluda da cabeça, e nas regiões umbilical, pubiana e anal. O suor que produzem vaza para os folículos capilares (raiz dos cabelos), e não directamente sobre a pele. A secreção das glândulas apocrinas é alimento para as bactérias que estão na epiderme, e os produtos do metabolismo das gorduras e proteínas secretadas, digeridas pelas bactérias, é que produzem o cheiro desagradável do suor.
Raças. Nos estudos sobre características raciais, – uma das preocupações mais fortes da sociologia em fins do século XIX e primeira metade do século XX -, indicaram que são os europeus e africanos que possuem maior quantidade de glândulas sudoríparas do tipo apocrina. A raça mongol tem menor quantidade, e nas axilas, onde a concentração é normalmente maior nas duas primeiras raças, os mongóis podem não ter nenhuma, ou ter muito poucas. Os japoneses quase não têm odor nas axilas. Ao tempo da escravatura, os negros africanos se queixavam do cheiro dos mercadores franceses que iam comprar negros na África: diziam que cheiravam a "galinha molhada". No entanto, algumas etnias negras têm odor mais forte que os brancos.
Genética. Além da tendência racial, a genética individual faz variar a intensidade do odor entre membros do mesmo grupo étnico. Variam individualmente a distribuição, a quantidade e a intensidade da actividade das glândulas sudoríperas. Algumas pessoas têm hiperidrose axilar, ou excesso de suor nas axilas, que deixa grandes manchas na roupa. Essas pessoas geralmente não têm bromidrose porque a sudorese das glândulas crinas lava as secreções produzidas pelas glândulas apócrinas que são as responsáveis pelo cheiro forte de suor.
Actividade física intensa. As pessoas de qualquer raça que caminham muito, ou passam muito tempo em ambientes quentes e fechados, adquirem cheiro de corpo; o suor se acumula sobre a pele e impregna as roupas, quando essas são pouco ventiladas ou muito absorventes, e as secreções rapidamente deterioram devido a alimentarem as bactérias que existem na pele.

Alimentação. Outro factor é a alimentação. O que a pessoa come como base de sua alimentação pode provocar cheiro do corpo. Estudos provam que em zonas onde as populações consumem muita cana de açúcar, as pessoas têm um intenso odor de açúcar.
Fungos. São causa do mau cheiro nos pés os fungos, que provocam fissuras entre os dedos ou se concentram em pequenos nódulos na base dos artelhos na micose conhecida como pé de atleta. É, no entanto, um cheiro diferente do cheiro produzido por bactérias a partir do suor. É inútil tentar resolver o problema com qualquer tipo de talco. É necessário um bom fungicida, que um farmacêutico experiente saberá indicar.
Vestuário. As roupas retêm o calor do corpo e por isso favorecem o suor e a consequente produção dos resíduos bacteriológicos que geram o mau cheiro. Mas o odor pode inclusive provir da própria roupa, e não do suor. Alguns tecidos sintéticos usados em camisas ficam mal cheirosos quando aquecidos pelo calor do corpo. Também a roupa que é lavada mas não perde todo o sabão, ou que demora a secar, principalmente na época de chuva, adquire odor desagradável.
O banho diário, utilizando-se uma escova para escovar as axilas com espuma de sabão e a aplicação de um desodorizante comum ao local, após o banho, é talvez a melhor solução para se evitar o mau cheiro axilar. Se não houve cuidados prévios, e já está formado um revestimento amarelado em cada pelo, então é necessária a remoção dos pelos com um aparelho de barbear. Os pelos que nascerão depois se manterão limpos se forem tomados os cuidados acima indicados.
É necessário distinguir entre desodorizante e antitranspirante. O primeiro cobre ou absorve os odores sem limitar a transpiração. O segundo inibe ou restringe a transpiração por reduzir as dimensões dos poros ou por obstruir e retardar sua secreção. Hidroclororeto de alumínio é o composto mais usado em desodorizantes e antitranspirantes. O talco também absorve a humidade e o odor, porém com menor resultado. Existe também a solução cirúrgica, que consiste na eliminação de parte das glândulas sudoríperas.
Mau hálito. São apontadas causas variadas para o mau hálito. É atribuído a refluxos do estômago que alcançam a garganta, à inflamação das gengivas, à simples presença de alimentos envelhecidos retidos entre os dentes, à cárie dentária e também as amígdalas que, mesmo que estejam sadias, em alguns casos têm uma estrutura que facilita a retenção de resíduos (pequenos carocinhos branco-amarelados) e neste caso o único modo de eliminar o mau hálito definitivamente é com a extirpação desses pequenos órgãos. A pessoa deve ser encorajada a procurar junto aos profissionais em cada área a possível causa do problema. Na escola as crianças podem ser ensinadas a escovar os dentes de modo a deixar os interstícios limpos (comprimindo a escova e fazendo penetrar seus fios nos espaços entre os dentes, ou usando fio-dental) e as gengivas (na parte superior e mais alta, ou na parte inferior e mais baixa) bem massajadas; o professor deve enviar um alerta aos pais, se o problema for persistente.

Cabelos. O cabelo, independentemente do estilo, deve estar sempre limpo e bem cortado, e a barba feita. Barba e cabelos crescidos e sujos geram, além de mau cheiro, coceira devida à foliculite e a parasitas do couro cabeludo. Após um dia de suor e poeira, tomar um bom banho lavando bem a cabeça. Prestar atenção permanentemente, principalmente quanto às crianças que frequentam a escola, para verificar se há contaminação por piolhos.
O rosto. O rosto é nosso cartão de apresentação principal. Contem um grande número de informações de interesse social. Uma pessoa sagaz, analisando os traços, os movimentos e o tratamento do rosto de alguém, pode intuir muita coisa sobre a sua personalidade, de modo que suas respostas em relação ao outro serão influenciadas por esses sinais. Não cabe aqui analisar essas mensagens porém apenas ressaltar os aspectos relativos à higiene.
Acne. Lavar bem o rosto (e esfregar as costas com uma escova macia) é certamente uma medida eficaz para diminuir o número de espinhas ou acne, pois elimina a oleosidade excessiva da pele, pode desobstruir os poros e evitar o crescimento e a dispersão das bactérias na pele.
Limpeza do Nariz e da Garganta. Este é um tópico atroz, no que diz respeito aos hábitos da gente comum, pouco educada e por isso pouco respeitadora da sensibilidade alheia, da higiene pessoal em locais privados e públicos. Ensina-se na escola primária que não se escarra no chão nem nas paredes. Perdeu-se o hábito de as pessoas levarem consigo um lenço de cambraia, que deveria ter sido substituído modernamente pelo lenço de papel mas que foi simplesmente esquecido. Deve-se ter lenço de papel à mão para limpeza do nariz e também para o muco da garganta que deve ser discretamente cuspido no papel, que será suficiente para embalar a carga a ser lançada com segurança na cesta de lixo ou em um vaso sanitário. Não tendo lenços, folhas dobradas de papel higiénico, ou mesmo guardanapos de papel, podem ser levados na bolsa ou no bolso, para as emergências.
Mãos e unhas. O aperto de mão quando está suada, suja e pegajosa e as unhas dos dedos estão crescidas e abrigam sujeira, causa repulsa. Desde muito cedo os meninos e as meninas devem ser ensinados a cuidar das unhas dos pés e das mãos. Aos meninos basta aprender a usar um cortador de unhas e a mantê-lo em sua caixinha ou gaveta pessoal, em casa. Os homens podem utilizar esse mesmo instrumento, simples e barato, em lugar de tentar cortar as unhas com tesouras grandes ou ponta de faca ou canivete. Ter um cortador de unhas em casa é conveniente mesmo para os que preferem pagar o serviço nas barbearias que oferecem manicuras para limpeza, corte, polimento e verniz. As meninas e as mulheres, mais que os homens, atentam para o cuidado com as unhas, mas não deveriam esperar até que a pintura fique em muito mal estado para refazê-la. Esmaltes de cores claras contribuem mais para o aspecto de limpeza e elegância das mãos femininas, que os esmaltes de cores escuras.
Defeitos físicos que chamam atenção e por isso desequilibram o relacionamento pela aversão natural que possam despertar nas outras pessoas, podem na maioria das vezes ser corrigidos pela cirurgia plástica. Os pais de uma criança que tenha nascido com lábios leporinos, ou o jovem portador de algum defeito físico hoje facilmente corrigível pela cirurgia, devem ser encorajados e auxiliados nesse particular. O mesmo se aplica a verrugas.
Regras específicas de higiene aplicáveis na alimentação:
a) Confecção dos alimentos


b) Consumo dos alimentos




















Samuel: Satisfaz
Joana: Satisfaz Bem
Telma: Satisfaz Bem
Mónica: Satisfaz Bem
Rafaela: Satisfaz Bem

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